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O que está a travar a tua empresa não é falta de esforço. É o processo.

Descreve um processo que te incomoda e faz a conta com os teus números, não com os nossos.

Uma tarefa de dez minutos, trinta vezes por mês, são sessenta horas por ano.

Exemplo inventado, só para se ver a conta: horas por mês × 12 × custo por hora de quem faz.

Fazer o diagnóstico

Reconheces alguma destas situações?

Se te reconheces numa ou duas, vale a pena olhar para o processo antes de olhar para o orçamento.

  • O Excel que nunca está certo

    A informação existe em múltiplos ficheiros, cada um com uma versão diferente. Quando precisas de um número, alguém tem de 'ir buscar' — e há sempre margem para erro.

  • Dias a fazer o que devia demorar horas

    Há tarefas recorrentes que toda a gente sabe que são lentas, mas 'sempre foi assim'. Ninguém questionou — e o tempo continua a desaparecer.

  • Sistemas que não falam uns com os outros

    Tens software de faturação num lado, a agenda noutro, os contactos no telemóvel de alguém e as notas num caderno. A informação existe — só não está junta.

  • Erros que custam clientes

    Informação introduzida duas vezes, encomendas enviadas erradas, confirmações que ficam por enviar. São erros pequenos com impacto desproporcional na relação com o cliente.

  • Tarefas que ficam presas numa pessoa

    Quando essa pessoa está de férias, de baixa ou sai da empresa, o processo para. A empresa depende de um indivíduo para funcionar — não de um sistema.

  • Tempo a responder ao que devia estar online

    Clientes a ligar para saber o estado da encomenda. Pacientes a perguntar o horário. Parceiros à espera de documentos. Questões simples que consomem tempo de pessoas qualificadas.

Como trabalhamos

Cinco fases, por uma ordem que não se salta. Nenhuma começa por escolher software.

  1. Observar O tempo que for necessário, dentro da operação.
  2. Medir O ponto de partida fica fixado antes de qualquer obra.
  3. Avaliar Separamos o que é secundário do que é risco a sério.
  4. Resolver O de maior impacto primeiro. Nem todos precisam de software.
  5. Acompanhar Voltamos a medir na data marcada, pela mesma fonte.
  • Medimos antes de resolver, e fixamos o ponto de partida antes de qualquer obra.
  • Cada número traz a origem ao lado: verificado, estimado, fixado pela gerência ou por confirmar.
  • Todo o Mapa traz pelo menos uma recomendação que não executamos.

Talvez estejas a pensar...

Parece caro para uma empresa como a minha.

Não há tabela de preços, e não seria honesto haver: depende do que houver para mapear. A conversa de trinta minutos serve para percebermos o âmbito; o orçamento vem depois, por escrito, antes de haver qualquer compromisso. Entretanto, faz a conta com os teus números: uma tarefa de dez minutos, repetida trinta vezes por mês, feita por alguém que custa 15 € à hora, são cinco horas por mês. A conta certa é a tua.

Orçamento por escrito, por âmbito — sem compromisso

Já temos sistemas implementados. Não queremos mudar tudo.

Não começamos por substituir o que já existe. Começamos por perceber como o trabalho acontece hoje, com o que já tens, e só recomendamos construir ou comprar quando o Mapa mostra que é preciso. Todo o Mapa traz pelo menos uma recomendação que não executamos.

Primeiro o processo. Depois o software.

Temos anos de dados em sistemas que não podemos abandonar.

Ninguém te pede que abandones nada para começar. O Mapa observa como o trabalho acontece hoje, incluindo os sistemas onde a informação vive, e diz-te por onde começar e porquê. O que não soubermos fica escrito como pergunta em aberto, não como promessa.

O que não sabemos fica escrito — anexo de perguntas em aberto

O teu relatório de diagnóstico

  • Respondes a 15 perguntas, mais duas opcionais, sobre a tua empresa e o que te faz perder tempo.
  • Recebes um relatório com a conta feita com os teus números.
  • O que faltar saber fica como pergunta em aberto, não como promessa.

Os campos marcados com asterisco são obrigatórios.

Sobre a tua empresa

Quantas pessoas tem a equipa?

Há quanto tempo existe a empresa?

Usamos apenas para calibrar o impacto estimado. Não é partilhado.

O teu papel

Ajuda-nos a perceber de que ângulo estás a ver os processos.

O teu desafio

Quanto mais concreto fores, mais útil o relatório.

Onde se perde mais tempo na empresa?

Selecciona até 3 áreas. Escolhidas: 0 de 3.

Semanalmente
5 h/semana

Que ferramentas usam hoje para gerir o negócio?

Selecciona todas as que se aplicam.

Objectivo e urgência

Para alinhar o relatório com o que realmente importa.

Quão urgente é resolver isto?

Indicativo. Serve para sabermos se a solução faz sentido para os dois lados.

Para quem enviamos o relatório?

Não enviamos spam. O email é usado apenas para o relatório.

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